Criação de programas e cursos

Modalidade lato sensu

Os Cursos de especialização são de oferta não obrigatória, de caráter temporário e não regular e podem ser propostos nos seguintes formatos:

  • Curso novo: curso apresentado pela primeira vez, pela Unidade Acadêmica / Órgão responsável, para aprovação dos Colegiados Superiores da UFG, com prazo de duração de até 3 (três) anos, podendo ser ofertadas 2 (duas) turmas no seu período de vigência, conforme indicação no projeto pedagógico;
  • Curso estável: curso que, após decorrido o prazo como curso novo, para atender demanda devidamente justificada e pela solidez da sua estrutura acadêmica não sofre alterações substanciais, é apresentado para aprovação dos colegiados superiores da UFG, com prazo de duração por no máximo 5 (cinco) anos, podendo ser ofertado de acordo com a previsão de turmas indicadas no projeto pedagógico no seu período de vigência;
  • Curso eventual: curso vinculado a convênio, contrato ou editais específicos, apresentado para aprovação dos colegiados superiores da UFG, com prazo de duração de acordo com estabelecido no instrumento legal.

O requerimento deve ser encaminhada à PRPG, sob forma de processo, por meio da plataforma SEI, com antecedência mínima de 120 (cento e vinte) dias da data prevista para a divulgação do Edital, contendo todos documentos solicitados na orientação para oferta lato sensu.

Em seguida, a PRPG encaminha o processo à PROAD, para análise financeira.

O pedido segue para apreciação da Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação e Conselho Gestor da universidade. A Secretaria dos Órgãos Colegiados (SOC) emite a Resolução específica do curso e a a PRPR emite uma portaria para o Coordenador e Subcoordenador do curso.

Por fim, a Coordenação do Curso providencia a elaboração e divulgação do Edital, sob a responsabilidade da UA/UAE/Órgão proponente.

As propostas de cursos de especialização EaD serão encaminhadas para o Centro Integrado de Aprendizagem em Rede – CIAR/UFG, pela PRPG, para ciência e manifestação quanto a sua conformidade com a legislação pertinente à modalidade de cursos de especialização a distância.

Confira tutoriais, modelos de requerimento e as regulamentações específicas para realização do processo:

 

Modalidade stricto sensu

A criação de um novo Programa de Pós-Graduação começa com a elaboração de um projeto pela equipe proponente, que pode ser feito por uma ou mais Unidades Acadêmicas. O processo de submissão de proposta de novos programas (APCN) deve ser feito por um proponente (representante do grupo de docentes interessados) diretamente no SEI, anexando os seguintes documentos: 

1) Formulário de submissão do APCN, no qual constam:

  • Justificativa da criação do novo programa, ressaltando a importância estratégica do referido curso para a pós-graduação e a pesquisa na Instituição, bem como a não-sobreposição do corpo docente e de linhas de pesquisa com outros programas da UFG.
  • Demonstração clara de que a proposta se adequa ao documento de área da CAPES. Para programas propostos na área Interdisciplinar, é preciso demonstrar com detalhe que a proposta está inserida na área, indicando, efetivamente, a viabilidade e inovação a ser gerada pela interdisciplinaridade.
  • Demonstração da existência prévia de interações entre os docentes que integram o corpo docente da proposta, incluindo projetos financiados, publicações, orientações conjuntas de alunos de iniciação científica ou mestrado, etc;
  • Lista de disciplinas e docentes responsáveis, demonstrando a competência do corpo docente e coerência da matriz curricular com os objetivos do Programa.

2) Carta da Direção da Unidade.

Relato fundamentado do compromisso institucional da Unidade Acadêmica, por meio de uma carta do diretor da Unidade Acadêmica à qual a proposta está vinculada, ressaltando o interesse no envio do APCN e sua importância para a Unidade. É imprescindível que a carta demonstre e garanta as condições mínimas de funcionamento para o curso, em termos de servidores, espaço físico e secretaria, caso o APCN seja aprovado. Este documento é dispensado no caso de programas vinculados diretamente à PRPG.

3) Para mestrados e doutorados profissionais, enviar documentos relativos ao auto-financiamento do programa.

4) Apresentação dos dados do corpo docente, experiência prévia de orientação e produção científica (2016-2019), bem como a síntese dos indicadores de produção individual e do conjunto de docentes (clique aqui para acessar a Planilha ODS).

O projeto deve obedecer à forma e ao calendário definidos pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG), que avaliará sua viabilidade e o encaminhará à CSPPG para deliberação avaliação.

Caso a proposta seja aprovada, a PRPG autorizará o grupo de docentes a preencher o APCN a ser enviado à CAPES, exclusivamente por meio da Plataforma Sucupira.

A contar da homologação do parecer favorável da CES/CNE pelo Ministro da Educação, as instituições terão até 12 meses, prorrogáveis por igual período, para dar início ao efetivo funcionamento do programa, com a matrícula dos primeiros discentes.

 

Minter/Dinter

A UFG possibilita a execução de projetos de cooperação entre instituições para qualificação de profissionais de nível superior. Estes são projetos que contemplam turmas temporárias de mestrado ou de doutorado acadêmicos ou profissionais, conduzidas por um Programa de Pós-Graduação stricto sensu já em funcionamento em outra instituição. 

O programa que oferece a formação deve ser brasileiro, já ter passado por pelo menos uma avaliação de permanência e recebido, no mínimo, nota 4 pela Capes (para oferta de turma de mestrado), ou nota 5 para oferta de turma de doutorado. A formação deve ocorrer nas dependências da UFG. 

Para iniciar a parceria, o coordenador do programa promotor deve cadastrar a demanda na Plataforma Sucupira.